A ratazana vai à toca dos ratos em Trípoli

Depois de “visitar” a Líbia com 30.000 bombas, destruindo quase todo esse lindo, pacífico e desenvolvido país mediterrâneo, matando 50.000 civis libios, a ratazana Hillary Clinton chega pessoalmente a Trípoli para tirar fotos com os ratos, nas tocas, sem aparecer em público, para não sofrer vingança do povo líbio.

O massacre de Sirte ignorado pela Mídia

O mundo tem que mudar e nós temos que ser essa mudança.

Do: Mathaba

As forças militares dos Estados Unidos, Canadá, Europa e Qatar, com amplo apoio diplomático e político da Austrália (onde vários desses armamentos são projetados e fabricados) estão realizando, há meses, bombardeios diários aéreos e terrestres ininterruptos, executando um cerco total à cidade líbia de Sirte com horrendos crimes de guerra perpetrados pela OTAN e pelos “revolucionários rebeldes” líbios contra a população da cidade, cujas respectivas fotos e vídeos apenas agora começam a emergir.

Quando o bloqueio de Sirte apoiado pela OTAN foi quebrado por um dia na semana passada, as imagens emergiram para o mundo exterior, enquanto quase todas as mídias noticiosas do mundo e repórteres continuam fechando os olhos para as  pavorosas condições e os crimes que estavam (e continuam) sendo executados pela OTAN – a Aliança militar Norte-Americana e Européia apoiada pela Austrália. Algumas dessas imagens seguem abaixo.

Se isso deixar você indignado e você quiser fazer alguma coisa, primeiro examine este vídeo para entender porque a Líbia está sob ataque, quem está cometendo estes crimes e porque o povo líbio apóia Muammar Qaddafi, que você pode ver circulando por Trípoli em um carro ao ar livre em abril deste ano, um mês após o início dos ataques da OTAN. Qual outro país tem um líder que pode se misturar com seu povo e produzir tais reações de amor e admiração?

Se você quiser adotar esses mesmos ideais e espalhá-los para que nunca novamente tais crimes possam ocorrer impunemente, sem os criminosos, não importa sua posição, estude e divulgue o sítio web  GreenCharter.com do Green Charter Movement.

Tudo isso está sendo executado sob o mandato da ONU  chamado de “proteção de civis” bombardeando-os, com o implemento da política “R2P” (Responsability to Protect) de um político australiano, “Responsabilidade de Proteger”, em verdadeira forma orwelliana. Assista isto:

Qual é a culpa dessas crianças para serem destruídas pela OTAN, pelos mercenários estrangeiros e pelos rebeldes? Como assistir este vídeo e não se indignar, não fazer nada sobre isso? O hospital que você vê nestes vídeos, o Hospital de Sirte, está agora destroçado pelos “rebeldes” e incapacitado para tratar os feridos e agonizantes.

Se você quiser ver os oficiais da OTAN, ameristralianos e outros políticos de outros países da OTAN, assim como editores de jornais e organizações de mídias, enfrentarem em tribunais futuras acusações dos crimes de guerra, por terem criado esta guerra por meio de falsa informação, prosseguido com ela, comprometendo-se e fechando os olhos para não reportar e parar estas atrocidades, nós gostaríamos de dizer a você que há projetos que precisam de seu apoio tais como WorldCrimes.org que está a preparando uma base de dados para registrar estes crimes e manter conferências e palestras em todo o mundo para investigá-los, examiná-los, desmascará-los e divulgá-los:

Se você quiser fazer mais, participe de alguma organização e se mobilize.  Você pode participar de nossa rede de mídia social independente mathaba.info – registre-se, conecte-se e ponha algo de seu perfil. Participe dos grupos. Também examine a Organização Internacional pela Conferência dos Povos e certifique-se de registrar seus detalhes para contato e suas habilidades através dessa forma segura.

Para apoiar TODAS as iniciativas acima, que são coordenadas pelos voluntários de Mathaba, por favor doe generosamente ao Mathaba News  Network para que nós possamos contratar a perícia necessária. Adicionalmente examine outros meios de apoiar e ficar informado.

Finalmente nós rogamos a todas as boas pessoas na Austrália para nos ajudarem a montar este trabalho na Austrália. Você pode ajudar providenciando acomodações para nosso editor de notícias e visitar ativistas  do GreenCharter, ou voluntariando ao menos um mês de suas técnicas ou habilidades em edição de notícias, ou providenciando transporte e comida para os voluntários.

Aqueles de outros países são também bem-vindos para oferecer apoio. Nós podemos considerar mobilizações em países adicionais se for apresentado suficiente apoio.

Registre seus detalhes para contato aqui e mencione o que você pode oferecer para ajudar e mande um email para mathaba@gmail.com dizendo-lhes seu nome em um email com assunto “Green Help” para que o editor do  mathaba news possa solicitar seus detalhes de um banco de dados segura.

Obrigado por seu apoio e por preocupar-se o suficiente para fazer alguma coisa sobre isto.

O mundo tem de mudar e nós temos que ser essa mudança.

Canções para a Jamahiriya Líbia



Oh mother Jamahiriya
You who are burning
I see you suffering in despair
Thousands of lights rise in the sky
They are the burning flames
Of your raped soul
This is our homeland
No tyrants will catch us in their trap
No one will believe their lies
No one will believe their lies
The predators came in the night
They tear our beloved soil
The sky turned pale and became white
The rain of death started to crash down
All human beings were crying
Their enemies’ hands are wet with blood
Olive trees, flowers, the freshness of the sea
They are the friends of our immortal souls
They are our roots
They are our roots

Canções para Líbia e Qaddafi

Mohamer * * gaddafi
is our hero * * africa hero
he is the one health us
he is the one come and hold us then show us the way
ooh is our hero * * africa hero
when could not see * * * our hero made it be
when could not work * * * our hero made it be
in your heart * * * we could never get it on
we think that all is gone
we like baby on mother breast
we like baby sucking on mother breast
ooh hero *** africa heo

RAP CHOURS

mohamer gaddafi he is the one we talking about
he is come around us like angel and hold our hand
like man in the mirror * * *saw the vision
put nation together * * * he is a hero
making life have meaning * * * never leave us in dark
never same think change * * * never leave us in our hurt
like Kwame Nkrumah & se lase in our memory is hurt
we pray god every day * * to keep our hero the guide
makeing the way for this man let enemy ‘s die
mohamer gaddafi we love you and wish the best
***********************************
**********************************
is me azeez jackson greating from Liberia
in speshal corporate with little brother
mazen abdo mohamed slime sudane from halfa
share dedication to you our father
gaddafi mlaeka * * africa is better
when come togather
stoping all that feeling when make us break up
bringing the one make our mine stuck up
share feeling make us get the reason
in this seazon
when all come togather one will see meaning
on nation one people * * * africa beginning
we tallking about all love we talking about all huge
we talking about all the love you giveus when you starter
honoring & respect we give it to you
mohamer gaddafi
we love you and we wish the best
The Max Levine Ensemble
Fight Muammar
The war will rend the silence with a blast
And night the peace and sleep will hunt away
Bengazi peaceful streets that yesterday were calm
No anymore repose…
They they fall upon your home
They they let thro’starving rats
On dusty squares
Your children streaming blood,
The fires burn
Fight muammar!
Until the very end!
The fire in thy eyes
No place to flee
Inferno in your world…
Fight, Muammar!
The Star is guiding you
May World Gang up on you
But verity is yours!
And you must live!
Fight, Muammar!
The war
The war bereaved
Pain
Just pain remained!
But pain’s not void!
Clench it in your fist
And turn it into flame.
You are alive!
You standing tall
And always stand!
Your shining pedestal
Despite jackals and thieves
Dastards without face
Without soul!
Thy breathe!
Enchanting freedom air
That still in soul and brimming out,
The fire grows and tear’s falling
But granite hardened in thy eyes,
Now I just know
The verity will win!
Fight, Muammar!Fight muammar!
Until the very end!
The fire in thy eyes
No place to flee
Inferno in your world…
Fight, Muammar!
The Star is guiding you
May World Gang up on you
But verity is yours!
And you must live!
Save and Protect you Lord,
Valiant Libyan patriot!
As an immortal warrior to victory through hell
The nation follows you!
As a devoted son and father of your land!
As a devoted son and father of your land!

As mulheres na Líbia apóiam Qaddafi

Por que toda mulher deve apoiar Qaddafi

Publicado em 29/07/2011 no Mathaba

Nós que apoiamos a modernidade Islâmica devemos nos sentir aliviados pelo povo líbio ser mais esperto e inteligente do que os burocratas da OTAN. E deveriamos todos rezar uma prece para Qaddafi perseverar, insistir.
O artigo de Susan Lindauer a seguir é dos mais fascinantes e extremamente importantes aparecidos desde o início da guerra de agressão e genocídio conduzida pela OTAN e pelos traidores líbios contra a Jamahiriya Líbia. Ele revela que, afora o genocídio físico contra a Líbia, há um genocídio cultural que também está sendo promovido, iniciado pelos jihadistas de Benghazi que são fanáticos extremamente anti-feministas, e que desejam destruir permanentemente o elevado status que as mulheres líbias alcançaram sob o governo de Qaddafi.
Quem conhece a dinâmica interna da sociedade islâmica vai perceber que não é exagero algum afirmar que, talvez mais do que petróleo, ouro e poder político, os traidores de Benghazi são motivados por sua indignação da posição progressista de Qaddafi sobre a igualdade das mulheres e dos direitos das mulheres.
Como revela a Sra. Lindauer, as reformas de Qaddafi para as mulheres da Líbia foram tão progressistas que “um barbudo,” aiatolá Khomeini, emitiu uma fatwa (decreto) que declara ser a Jamahiriya Líbia uma blasfêmia às tradições islâmicas. Mas quem conhece a sunna(prática) do Profeta Maomé reconhece que as reformas de Qaddafi estão totalmente em conformidade com as tradições de fé da sociedade islâmica.
Guerra da Líbia pela “Abaya”:
Direitos da Mulher e Apoio da OTAN aos Rebeldes Pró-Islamistas
Por Susan Lindauer
no Global Research  em 27 de Julho de 2011

Para os banqueiros europeus, é uma guerra pelo ouro da Líbia. Para as empresas de petróleo, é uma guerra pelo óleo cru barato (agora ameaçando destruir a Infra-estrutura de petróleo da Líbia, assim como no Iraque). Mas para as mulheres da Líbia, é uma feroz, demolidora batalha sobre a Abaya — um estilo islâmico de vestir que os críticos dizem privar as mulheres de auto-expressão e identidade.

Hillary Clinton e o presidente Sarkozy podem relutar em admitir isso, mas o desejo de voltar o relógio dos direitos das mulheres na Líbia constitui uma das principais metas para os rebeldes da OTAN no Conselho de Transição Nacional.

Para os rebeldes da OTAN — que são esmagadoramente pró-islamistas, independentemente da propaganda da OTAN (veja www.obamaslibya.com/) — é uma questão de restaurar a obediência social à doutrina islâmica. No entanto a abaya é mais do que um símbolo de virtude e modéstia feminina. Seria introduzir uma doutrina completamente conservadora, impactando os direitos das mulheres no casamento e no divórcio, os direitos para postergar a maternidade para poder estudar e trabalhar, todos os fatores que determinam um status de independência da mulher.

Isto é uma guerra que as mulheres líbias não se podem dar o luxo de perder. Para aqueles que apoiam a modernidade islâmica, há bons argumentos de que Qaddafi seria extremamente irresponsável entregando o poder a um vácuo dominado pelos rebeldes da OTAN. Dada a selvageria dos abusos dos rebeldes contra o povo da Líbia (www.obamaslibya.com) e sua agenda para reinstituir a Shariah e retrair os direitos das mulheres, Qaddafi têm a obrigação de permanecer forte e bloqueá-los para a proteção do povo.

Na verdade, é um tanto desconcertante que a França ou a Itália queiram entregar o poder aos rebeldes fora de um cenário de eleição. Eleições seriam uma salvaguarda que permitiria às mulheres líbias lançarem uma liderança alternativa que rejeita a abaya. É exatamente isso que os rebeldes temem por conta de sua profunda e permanente rejeição no processo eleitoral. A democracia representa uma real ameaça à visão da “Nova Líbia” da OTAN.

A abaya carrega tanto peso na batalha pela modernidade islâmica que Qaddafi praticamente baniu a vestimenta islâmica desde os primeiros dias de seu governo. Livrar-se da abaya fazia parte do maior pacote de reformas de Qaddafi em apoio aos direitos das mulheres, um dos melhores e mais avançados em todo o mundo árabe. A transformação do status das mulheres tem sido tão grande que o aiatolá Khomeini no Irã impôs uma fatwa contra Qaddafi anos atrás,declarando seu governo blasfemo para com as tradições islâmicas.

Para obter uma perspectiva privilegiada sobre as reformas de Qaddafi para as mulheres, membros de uma delegação de observação na Líbia falaram com Najat El Madani, presidente da Sociedade Líbia de Cultura e Ciências, uma ONG que começou em 1994. Eles também entrevistaram Sheikh Khaled Tentoush, um dos mais proeminentes Imans na Líbia. O Imam Tentoush sobreviveu a duas tentativas de assassinato pela OTAN, uma que foi particularmente reveladora.

Em 13/05/2011 a OTAN bombardeou uma casa de chá em Brega onde estava uma delegação com mais de uma centena de religiosos desarmados a caminho de Benghazi para tentar uma conciliação entre as partes em conflito. Nesse massacre deliberado para impedir a busca da paz entre os líbios a OTAN matou 11 Imans e deixou outros 47 membros da delegação feridos.

Tentoush disse que ele e 12 outros Imans progressistas estavam viajando para Benghazi para discutir um fim pacífico para o conflito. Eles pararam para tomar chá em uma casa de hóspedes em Brega — e a NATO lançou uma bomba direitamente em cima deles, matando 11 dos 13 Imans, que tinham abraçado as reformas islâmicas que dão poder aos Direitos da Mulher e à modernidade.

Não havia instalações militares ou soldados de Qaddafi em qualquer lugar perto que pudesse justificar o bombardeio da NATO. Este foi um assassinato deliberado dos líderes islâmicos que dão legitimidade religiosa para a política modernista de Qaddafi, e portanto representam uma grande ameaça para as ambições conservadoras dos rebeldes islâmicos. A OTAN os exterminou.

O que deixou os radicais islâmicos tão chateados na Líbia? Aqui estão alguns dos direitos das mulheres no governo de Qaddafi:

Nenhum acompanhante masculino obrigatório

Na Líbia, as mulheres estão autorizados a circular pela cidade, ir às compras ou visitar amigos sem um acompanhante masculino. Inacreditável que pareça, na maior parte do mundo árabe, tais liberdades são estritamente proibidas. Em grande parte do Paquistão, por exemplo, uma criança do sexo masculino de 5 anos de idade seria considerado um acompanhante adequado para uma mulher adulta no mercado. Caso contrário seria melhor ela ficar em casa. Na Arábia Saudita e Kuwait, as mulheres são frequentemente trancadas em seus apartamentos enquanto, maridos, irmãos ou pais saem para trabalhar. Sim, existem exceções. Algumas famílias individualmente rejeitam essas práticas. Portanto, antes que os leitores reclamem desta caracterização, é preciso ser honesto e reconhecer que o Taliban no Afeganistão e os sauditas/ kuwaitianos não são os únicos grupos que restringem as liberdades das mulheres no mundo árabe. Isso é um comportamento social comum em toda uma grande área da sociedade árabe.

Na Líbia, as mulheres nunca são trancadas em suas casas, enquanto seus maridos, pais e irmãos vão trabalhar. Qaddafi proíbe a restrição da mobilidade das mulheres.

Na Líbia, as mulheres têm plenos direitos legais para dirigir carros — diferentemente de suas irmãs na Arábia Saudita. Em muitos países árabes, o marido de uma mulher retém sob controle seu passaporte. Então ela não pode viajar para fora do país sem sua aprovação.

Direitos no casamento

Tragicamente, em Cabul, Afeganistão, uma jovem pode ser trancada em prisão por rejeitar a escolha do marido por seu pai. Até que ela mude seu pensamento, sua futura sogra visita a prisão todos os dias, exigindo saber por que seu filho não é “suficientemente bom” para esta moça. Por que ela desobedece aqueles que sabem o que é melhor para ela? Aquela pobre mulher  fica trancada na prisão de Cabul até ela mudar de idéia. E isso acontece bem debaixo dos narizes dos soldados americanos e da OTAN. A ocupação da OTAN não protegerá as mulheres líbias tampouco.Em todo o mundo árabe, do Iêmen à Jordânia, da Arábia Saudita ao Irã, pais e irmãos decidem em que idade uma jovem será dada em casamento, usualmente assim que ela atinge a puberdade. Ela não tem nenhuma escolha na decisão mais importante de sua vida. Freqüentemente uma jovem se casa com um dos amigos adultos de seu pai ou com um primo. Em todo o mundo árabe, é socialmente aceitável para um lojista perguntar a uma jovem muçulmana se ela começou a menstruar. A boa menina islâmica deve responder com sinceridade.

Não na Líbia. Para seu maior crédito, contrariando todas as tradições islâmicas, desde os primeiros dias de governo, Qaddafi disse ”de jeito nenhum” para casamentos forçados. A mulher líbia tem o direito de escolher seu próprio marido. Elas são encorajadas a procurar casamento por amor. Sob a estrita lei da Líbia, sem exceção, nenhuma pessoa pode forçar uma mulher líbia a casar com qualquer homem por qualquer razão.

Casamentos forçados tem sido tanto um problema em todo o mundo árabe, que na Líbia, um Imam sempre visita a mulher se há um casamento iminente. O Imam encontra com ela em particular, e pergunta se alguma pessoa está forçando-a a se casar, ou se não há qualquer razão dela estar casando com essa pessoa que não seja o seu desejo de estar com esse homem. Ambos Najat e Imam Tentoush foram muito inflexíveis nesses pontos.

Na Líbia espera-se dos imãs que protejam a mulher de abuso por parte de parentes.

Direito de terminar um casamento

O divórcio é brutalmente difícil para uma mulher em todo o mundo árabe. Um marido pode bater ou estuprar sua esposa, ou cometer adultério ou trancá-la em um quarto como uma prisão. Não importa o que uma mulher sofra, como esposa ela não tem quaisquer direitos legais para deixar aquele casamento, mesmo para sua própria proteção. Quando seu pai negocia esse contrato de casamento, ela está presa por toda a vida. Um homem pode se divorciar de uma mulher na frente de duas testemunhas, repetindo três vezes: “Eu me divorcio de você. Eu me divorcio de você. Eu me divorcio de você.” Ele pode mandar a mensagem de texto por um telefone celular, e acabou. A mulher não tem liberdade recíproca. Ela está presa naquele casamento até seu marido deixá-la ir.

Não é assim na Líbia. Uma mulher líbia pode deixar um casamento a qualquer tempo que ela escolher. A mulher simplesmente propõe um ação de divórcio e segue com sua vida. É muito semelhante às leis dos EEUU, visto que um homem não tem nenhum poder de detê-la. Está completamente dentro de seu controle iniciar um divórcio.

Na Líbia, se uma mulher contrai um casamento tendo seus bens próprios  e o casamento termina, seu marido não pode tocar em seus bens. O mesmo vale para os bens do homem. O patrimônio comum geralmente vai para a mulher.

Estes direitos de casamento “anormais” agitam profunda raiva entre os homens líbios conservadores. Os rebeldes particularmente odeiam o Governo Qaddafi pela concessão de direitos de casamento para as mulheres.
Mas considere o quanto a postergação do casamento impacta as oportunidades das mulheres na sociedade.

Casamento postergado significa maternidade postergada, o que permite às mulheres jovens continuar seus estudos e conseguir emprego. Não surpreendentemente, então, as mulheres líbias desfrutam algumas das melhores oportunidades no mundo árabe. Isso poderia também causar ressentimentos fervilhantes entre os homens conservadores da Líbia.

Educação líbia das mulheres

Na Líbia mais mulheres tiram proveito do ensino superior do que homens, segundo Najat. Há mulheres em todas as posições sociais e profissionais. Muitas mulheres da Líbia são cientistas, professoras universitárias, advogadas, médicas, funcionárias do governo, jornalistas e mulheres de negócios. Najat atribui tal liberdade e o leque de escolhas a Qaddafi e à insistência de seu governo de que as mulheres devem ser livres para escolher suas vidas e serem totalmente apoiadas em tais escolhas. Najat e Tentoush disseram que alguns Imans na Líbia gostariam que fosse de outra maneira — especialmente aqueles Imans a favor dos rebeldes —, mas Qaddafi dominava sobre eles. Por exemplo, existem muitas soldadas mulheres e elas são muito fortes e totalmente capazes de contribuir para a defesa militar do país.

As mulheres recebem bolsas de estudo e educação iguais aos homens. Todos os líbios podem ir para o exterior e estudar se assim o desejarem — pagos pelo governo do Qaddafi. Mulheres solteiras usualmente levam um irmão ou parente masculino com elas, e Najat disse que todas as despesas são cobertas para ambos, a mulher e seu companheiro.

Na Líbia, as mulheres não são obrigados a pedir autorização do marido para manter um emprego, e qualquer tipo de trabalho está disponível para elas. Em contraste, muitas oportunidades de emprego estão proscritas em muitos outros países árabes, porque o trabalho põe as mulheres diariamente em proximidade com homens que não são seus maridos. Isso elimina muitos tipos de oportunidades de emprego.

Direito das mulheres não sofrerem violência

Estas são algumas das razões pelas quais os rebeldes consideram Qaddafi um “infiel”. Eles frequentemente expressam um desejo de restabelecer a Shariah. É um segredo aberto nos círculos árabes. Ignorando este ponto, a OTAN assemelha-se aos 3 macacos: não vejo não ouço e não falo nenhuma verdade. Mas a comunidade árabe compreende esta dinâmica. Os rebeldes vão afagar Hillary Clinton e Sarkozy na cabeça até a captura do poder. Então eles vão fazer exatamente o que eles começaram a fazer. Restabelecer a lei islâmica sob a proteção dos governos dos Estados Unidos e da OTAN.
Os códigos sociais conservadores serão impingidos assim como no Afeganistão.

Os líbios entendem este ponto, mesmo se os americanos e europeus estão perdidos em negação. Não deveria surpreender ninguém, portanto, que alguns dos maiores apoios de Qaddafi vem das mulheres líbias. Também não deve surpreender os observadores da Líbia que Qaddafi não esteja exatamente “agarrado ao poder”, como a mídia corporativa gosta de sugerir. Muito pelo contrário, o apoio a Qaddafi têm subido a 80 ou 85 por cento durante esta crise. Os presidentes Obama, Sarkozy e Bersculoni estariam emocionados de desfrutar de tal intenso apoio popular.

Os bombardeios da OTAN têm saído pela culatra e indisposto o povo líbio com a causa rebelde, destruindo infra-estruturas comunitárias das quais os líbios são verdadeiramente orgulhosos. Os rebeldes estão perseguindo e expulsando as famílias pró-Qaddafi de Benghazi, uma espécie de limpeza política. Mas eles não têm credibilidade nas ruas que lhes daria poder nas negociações com os outros líbios, porque os perdedores não conseguem ditar os termos. A OTAN pode propagandear até Sarkozy cair em um espasmo, mas o povo têm retumbantemente rejeitado esses rebeldes.

A OTAN está forçando uma resolução política, porque a Europa quer desligar o carrossel. Na verdade, a música está ficando cada dia mais feia. A OTAN nunca deveria ter pulado neste trio elétrico em primeiro lugar. Não há nenhum sentido nisso. Eles estão lutando contra o Al Qaeda no Afeganistão, e abraçando o Al Qaeda e o Islã conservador em Benghazi.

Aqueles que apoiam a modernidade islâmica deveriam estar aliviados que o povo líbio esteja mais esperto e mais inteligente do que os burocratas da NATO. E nós deveriamos todos rezar uma prece para que Qaddafi permaneça.

Susan Lindauer cobriu a Líbia e Iraque nas Nações Unidas, 1995-2003, e iniciou negociações para o Julgamento de Lockerbie. Lindauer é a autora de  “Prejuizo Extremo: a história aterrorizante do Patriot Act e os encobrimentos de 11/09 e Iraque

Os rebeldes da Líbia

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Dia Internacional da Paz e do Cessar-fogo



O Dia Internacional da Paz (“Dia da Paz”) oferece uma oportunidade para os indivíduos, organizações e nações criarem atos concretos de paz em uma data comum. Foi estabelecido por uma resolução das Nações Unidas em 1981 para coincidir com a abertura da Assembléia Geral. O primeiro Dia da Paz foi celebrado em Setembro de 1982.
Em 2002, a Assembléia Geral declarou oficialmente 21 de setembro como a data definitiva para o Dia Internacional da Paz.
Ao criar o Dia Internacional da Paz, a ONU dedicou-se à paz mundial e incentivou toda a humanidade a trabalhar em cooperação para este objetivo. Durante a discussão da resolução da ONU que estabeleceu o Dia Internacional da Paz, foi sugerido que:
“O Dia da Paz deve ser dedicado a comemorar e fortalecer os ideais de paz dentro e entre todas as nações e os povos … Este dia servirá como um lembrete para todos os povos de que a nossa organização, com todas as suas limitações, é um instrumento vivo a serviço da paz e deve servir a todos nós aqui dentro da organização como um sino constantemente ressoando lembrando-nos que o nosso compromisso permanente, acima de todos os interesses ou as diferenças de qualquer tipo, é para a paz. “
Desde a sua criação, o Dia da Paz tem marcado o nosso progresso pessoal e planetário em direção à paz. Ele cresceu para incluir milhões de pessoas em todas as partes do mundo, e anualmente os eventos são organizados para comemorar e celebrar este dia. Eventos variam em escala de reuniões privadas a concertos e fóruns públicos onde centenas de milhares de pessoas participam.
Qualquer pessoa, em qualquer lugar pode celebrar o Dia da Paz. Pode ser tão simples como acender uma vela ao meio-dia, ou apenas sentar em meditação silenciosa. Ou pode envolver recebendo seus colegas de trabalho, organização, comunidade ou governo envolvidos em um grande evento. O impacto se milhões de pessoas em todas as partes do mundo se juntarem para um dia de paz, é imensa.
Dia Internacional da Paz é também um Dia de Cessar-fogo – pessoal ou política. Aproveite esta oportunidade para fazer a paz com seus próprios relacionamentos bem como impactar os conflitos maiores do nosso tempo.
Imagine o que um inteiro Dia de Cessar-fogo significaria para a humanidade.

ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS
Assembléia Geral

Quinquagésima-quinta sessão
Agenda item 33

Resolução aprovada pela Assembléia Geral
[Sem referência a um Comitê Principal (A/55/L.95 e Add.1)]
55/282. Dia Internacional da Paz

A Assembléia Geral,

Recordando a sua resolução 36/67 de 30 de novembro de 1981, pela qual declarou que a terceira terça-feira de setembro, dia da abertura das sessões ordinárias da Assembléia Geral, deve ser oficialmente proclamada e observada como Dia Internacional da Paz e será dedicada a comemorar e fortalecer os ideais de paz dentro e entre todas as nações e povos,

Lembrando também suas outras resoluções pertinentes, incluindo a resolução 55/14 de 03 de novembro de 2000,

Reafirmando a contribuição que a observância e celebração do Dia Internacional da Paz traz ao fortalecimento dos ideais de paz e alívio das tensões e das causas de conflito,

Considerando a oportunidade única que oferece para a cessação da violência e do conflito em todo o mundo, e a relacionada importância de atingir as mais amplas possíveis consciência e observância do Dia Internacional da Paz entre a comunidade global,

Desejando chamar a atenção para os objetivos do Dia Internacional da Paz, e, portanto, fixar uma data para a sua observância a cada ano que é separado do dia da abertura das sessões ordinárias da Assembléia Geral,

1.      Decide que, com efeito a partir da quinquagésima sétima sessão da Assembléia Geral, o Dia Internacional da Paz será observado em 21 de Setembro de cada ano, com essa data para ser levado ao conhecimento de todas as pessoas para a celebração e observância da paz;

2.      Declara que o Dia Internacional da Paz doravante passará a ser observado como um dia de cessar-fogo global e não-violência, um convite a todas as nações e os povos para honrar a cessação das hostilidades para a duração do Dia;

3.      Convida todos os Estados-Membros, as organizações do sistema das Nações Unidas, organizações regionais e não-governamentais e indivíduos para comemorar, de forma adequada, o Dia Internacional da Paz, inclusive através da educação e conscientização pública, bem como cooperar com as Nações Unidas na estabelecimento do cessar-fogo global.


111ª Reunião plenária
07 de setembro de 2001

Qaddafi fala aos Líbios em 20.09.2011

Muammar Qaddafi: “o governo Jamahiriya nunca pode ser derrotado

Postado: 20/09/2011
De: Mathaba
Resumo do discurso de Qaddafi em 20/09/2011:

“Todos devem estar cientes que o governo da Líbia é o governo Jamahiriya, que o poder pertence aos homens e mulheres das Conferências Populares e Comitês Populares na Líbia. Este Governo pelo povo nunca falhará, nem cairá. Ele encarna os milhões de Líbios e por essa razão não pode cair. Qualquer um que diz que o governo Qaddafi caiu é nada mais que ridículo e uma piada. Qaddafi não tem um governo, portanto esse governo não pode cair.

Qaddafi está fora do poder desde 1977, quando eu passei o poder para os Comitês Populares da Jamahiriya. Quando 2.000 tribos se encontram e declaram que apenas o povo Líbio representa a Líbia, não dizem o suficiente?

Esta é a resposta à OTAN que disse que o Conselho Nacional de Transição de Benghazi representa o povo Líbio. O povo Líbio está aqui e eles estão comigo, ninguém pode nos representar. Assim nenhuma legitimidade para nada mais ou ninguém mais, o poder pertence ao povo. Todos os Líbios são membros dos Comitês do Povo. Qualquer outra coisa é falsa.

O que está acontecendo agora na Líbia é uma charada que somente pode ocorrer por causa dos ataques aéreos da OTAN, que não vão durar para sempre. Quando eles sairem os traidores irão também. Nós estamos prontos para morrer pelo Poder do Povo. Isso é o que defendemos e é isso que nossos mártires tem defendido.”