Poder inteligente ou poder esperto


Nossel, Suzanne
Subsecretária Adjunta
Departamento de Assuntos de Organização Internacional
Termo de Compromisso: 31 agosto de 2009 ao presente
Suzanne Nossel ingressou no Departamento de Assuntos de Organização Internacional como Subsecretária Adjunta de Estado em 31 de agosto de 2009. Antes de assumir esta posição, a Sra. Nossel foi Diretora de Operações da Human Rights Watch. De 1999 a 2001, atuou como Conselheira Sênior para o embaixador Richard C. Holbrooke na Missão dos EUA nas Nações Unidas, e durante esse período foi a principal representante dos EUA na Assembléia Geral da ONU nas negociações para solucionar os atrasados dos EUA.
Depois de deixar o serviço público, a Sra. Nossel serviu como vice-presidente do Desenvolvimento de Negócios nos EEUU da Bertelsmann Media Worldwide. Posteriormente, ela ingressou no Wall Street Journal como vice-presidente de Estratégia e Operações.
Ms. Nossel tem escrito amplamente sobre temas de política externa, e tem significativa experiência em assuntos internacionais, incluindo o trabalho no Acordo de Paz Nacional da África do Sul e monitoramento de eleições e condições dos direitos humanos na Bósnia e Kosovo. Ela é a autora de um artigo de 2004 de Assuntos Exteriores, intitulado “Poder Inteligente”
.
Atualizado: 10 de junho de 2011

A Subsecretária Adjunta Suzanne Nossel participa de um painel de discussão: “O Papel dos Direitos Humanos Na Política Externa dos EUA: Dando Exemplos ou Exercendo liderança?”
O Instituto Jacob Blaustein para o Avanço de Direitos Humanos realizou a apresentação que contou com a Subsecretária Adjunta Nossel, com o escritor George Packer, do The New Yorker, com o diretor-executivo da Human Rights na China, Sharon Hom, e com Apostolou Andrew, da Freedom House. As observações de Ms. Nossel focaram em como o “Smart Power (Poder Inteligente)” informa a abordagem dos EUA para os direitos humanos globalmente em quatro aspectos fundamentais: extraindo força e credibilidade dos fundamentos de direitos humanos em casa nos EUA; integrando as preocupações de direitos humanos como componente essencial da diplomacia bilateral dos EUA; criando efetivas e confiáveis ferramentas multilaterais para a promoção dos direitos humanos; e fortalecendo e reforçando as normas internacionais.

Smart Power: Da Teoria à Prática
Observações
Suzanne Nossel
Subsecretária Adjunta, Departamento de Assuntos de Organizações Internacionais
Conferência Anual de Cidadãos por Soluções Globais
Washington, DC
Mar 17, 2011

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Na primavera de 2004 eu publiquei um artigo na revista Relações Exteriores intitulado Poder Inteligente. Nele eu rebati a idéia de que tanto um “soft power” – a influência cultural dos EUA – como um “hard power” – o poderio militar, por si sós poderiam ser a base para uma estratégia de política externa vitoriosa. Argumentei que o exercício efetivo do poder dos EUA deve envolver várias ferramentas e abordagens, incluindo dependência dos aliados, a aproximação à sociedade civil e instituições robustas, de forma a produzir resultados. Quatro anos mais tarde, em seu depoimento de confirmação para se tornar secretária de Estado, Hillary Clinton pegou o termo e o personalizou. Ela disse que o poder inteligente significa usar “toda a gama de ferramentas à nossa disposição – diplomáticas, econômicas, militares, políticas, legais e culturais – escolher a ferramenta certa, ou a combinação de ferramentas, para cada situação”.
Grande parte da discussão inicial de poder inteligente visava combater o encolhimento do kit de ferramentas da política externa americana.


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