Foi da política (grana pública) que o corretor de luxo retirou suas lucrativas comissões que chegam, segundo a imprensa, a centena de R$milhões.
Segundo Alberto Goldman (tucano histórico):
Intermediando “empresários” privados com políticos detentores de cargos com poder de contratar “negócios públicos”, o corretor fez fortuna com as comissões sobre os “negócios”.
E também faturou uma graninha exercendo direta e pessoalmente cargo público.